
Palestra: “Desenvolvendo Habilidades Mentais em sala de aula e reestruturando o Planejamento Escolar”
Local: Escola O Acadêmico (Canoas/RS)Dia: 27 de Dezembro de 2012.
Conteúdo: Palestra
O chimarrão é uma características mais marcantes e tradicionais do Rio Grande do Sul. Para os gaúchos, o chimarrão é como se fosse um cerimonial e tem algumas regras:
![]() Como professor, eu percebia que trabalhar em grupos era um temor para os alunos, pois geralmente fica uma sensação de injustiça, onde alguns produzem mais que outros e todos acabam recebendo a mesma nota. Para tentar minimizar essa injustiça, eu criava cargos para os educandos realizarem trabalhos em grupos. Em todas as oportunidades em que os meus educandos se reuniam em grupos, tinham funções específicas: - Coordenador = É o representante do grupo que se dirige ao professor para esclarecer dúvidas e organizar o grupo. - Relator = Responsável por relatar o desenvolvimento dos trabalhos a cada dia e a atuação responsável de cada colega. - Pesquisador = Responsável pela organização do levantamento dos dados, pelo cronograma de pesquisa e pela distribuição das tarefas de pesquisa entre o grupo. - Apresentador = Responsável pela organização dos trabalhos apresentados, por determinar como o trabalho deverá ser apresentado e pela distribuição das tarefas de apresentação entre o grupo. Com as funções determinadas, é possível acompanhar o empenho do responsável por cada etapa de uma pesquisa. Pesquisador e apresentador são os responsáveis pelas questões operacionais e o coordenador e relator, responsáveis pelas questões de gerenciamento. Assim, todos atuam como uma equipe e a cada trabalho os alunos mudam de funções para ter a experiência em todas as etapas. O momento da aula em que os alunos estão escolhendo os cargos e definindo as suas funções é fundamental para acompanhar como está o poder de argumentação, o grau de tolerância e a organização dos educandos. Disso era isso. |
Não se trata de desvelar as desconfianças de favorecimento que a empresa de Gilmar Mendes teve (e tem) ao prestar serviços à União ou ao imediatismo dele em condenar as prisões dos colarinhos brancos por parte da PF. Longe disso... É apenas um sentimento de que esse presidente faz parecer que algo está errado na ordem normal da justiça brasileira.
Disso era isso.
No país das liminares, parece que as empresas não têm limites para burlar a justiça e enganar o consumidor. De que adianta denunciar, num caso desses? O problema é conhecido, mas a morosidade da justiça impede que essa barbaridade continue acontecendo.
A propósito, morosidade APENAS para os casos de interesse público, já que a desenfreada distribuição de HABEAS CORPUS mostra uma espantosa agilidade.Lembro do maior exemplo dessa chacrinha de distribuição de Habeas Corpus, o banqueiro Daniel Dantas que desde 1993 aparece envolvido em denúncias de negociatas e maracutaias e consegue a sua liberação da cadeia em tempos recordes.
Sim. Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, afirmou em entrevista ao programa Roda Viva (15/12/2008) que em relação ao Habeas Corpus, a justiça brasileira apresenta déficits que precisam ser consertados.
Afirma ainda que nos casos em que as instâncias inferiores negam Habeas Corpus e o supremo os concede, tais instâncias apresentaram erros. Entretanto, não foi explicado o motivo do caso do dono do Banco Opportunity ter recebido dois habeas corpus sem SEQUER ter passado por essas instâncias.
Lamentável...